It begins to tell,
'round midnight, midnight.
I do pretty well, till after sundown,
Suppertime I'm feelin' sad;
But it really gets bad,
'round midnight.
Memories always start 'round midnight
Haven't got the heart to stand those memories,
When my heart is still with you,
And ol' midnight knows it, too.
When a quarrel we had needs mending,
Does it mean that our love is ending.
Darlin' I need you, lately I find
You're out of my heart,
And I'm out of my mind.
Let our hearts take wings'
'round midnight, midnight
Let the angels sing,
for your returning.
Till our love is safe and sound.
And old midnight comes around.
Feelin' sad,
really gets bad
Round.....Round.......Round....Mid.....night....
http://www.youtube.com/watch?v=DEaDj6TXiQQ
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Um longo caminho (Riding Alone for Thousands of Miles, Qian Li Zou Dan Qi, 2005)

"De comer de joelhos" passou a ser uma expressão comum e cotidiana para pratos especiais ou gastronômicos. "Um longo Caminho" de Zhang Yimou, é para assistir de joelhos. O jogo de polaridades tensionando ou impedindo a comunicação e o entendimento é o fio condutor deste drama. No Japão, o pai de um documentarista da cultura chinesa, viaja até a China para completar o vídeo que o filho não conseguiu terminar devido a uma doença terminal. Ali está a chance para entender os postes caídos, os apagões na relação pai e filho. Outros jogos de polaridade entram na trama elevando a uma outra dimensão e destrinchado a polaridade central pai-filho e sua odisséia: China/Japão, Tradução/Não tradução, Celulares/Conversação, Cultura/ Intimidade. A trama se desenrola como num teatro de bonecos chinês, onde o fim nunca pode ser previsto pois uma estória leva a outra e a outra, um caminho desenboca num outro e outro. "Pode ser que sim pode ser que não"...O filme permite várias perpectivas onde o olhar pode se fixar aonde queira...aonde está.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Guevarar!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Uma Amizade sem Fronteiras (2003, Monsieur Ibrahim et les fleurs du Coran)

Monsier Ibraim como diz o sub-título revela as flores do Coran, através da amizade entre um idoso comerciante turco numa rua de París e um adolescente em meio as suas inúmeras descobertas. As boas tomadas da rua e seus habitantes criam a ambientação para que o jovem, em meio as desventuras familiares, encontre no senhor Ibraim um contraponto a sua cultura, ao passo que o idoso se encanta com a força do rapaz as voltas com um pai ausente e uma mãe que o abandonou. O livro tece ai um encontro de abandonados que descobrem na amizade o bote salva-vidas para que a realidade seja suportável. Se o enredo é verossímil ou não, é algo secundário. As emoções são palpáveis, saltam da tela. O fio da amizade se desenvolve através das revelações do misticismo muçulmano, o sufismo, e suas belas metáforas. "Deus não precisa de livro para mostrar a grandeza da vida" e "Esta tudo no Coran" são duas frases aparentemente opostas pronunciadas por Monsier Ibraim e que levam o jovem e quem assisti a penetrar no universo do sufismo. O filme nos presenteia ao final com uma bela viagem que vai da França até a Turquia, cruzando todo o céu da Europa.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Pratos Negros

De porcelana e rosas pintadas
eram das visitas
Discos voadores de rara aparição
aterrissavam na mesa quando elas chegavam
Doces e solenes
neles as melhores sobremesas nos visitavam
Anos depois, vejo-os
sem pompa no café do manhã
Amigos não visitam mais a casa?
As sobremesas perderam a doçura e seus motivos?
Estão gastos e uma rachadura denuncia a outra
Sinto o envergonhado glamour de outrora
Desimportante e só na cozinha
respiro um sorriso, expiro essa glória
Os pratos negros de minha família e tudo o mais
têm seu tempo
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Flores de Verão
O fim do verão...
Um mar de flores temporãs
Grita em silêncio:
o sol, o sol, o sol, o sol
Não se entra aqui
Porto de pedra e paz
Sem deixar para traz
Toda dor que aqui já não dói mais
Pequena como um esquadro de Da Vinci
Círculo delgado áureo quase perfeito
Em pernas e braços girantes
uma boca fálica
Pequeno segredo geométrico
da quadratura circular do sorriso
Já no futuro
esquecido do passado
Um mar de flores temporãs
Grita em silêncio:
o sol, o sol, o sol, o sol
Não se entra aqui
Porto de pedra e paz
Sem deixar para traz
Toda dor que aqui já não dói mais
Pequena como um esquadro de Da Vinci
Círculo delgado áureo quase perfeito
Em pernas e braços girantes
uma boca fálica
Pequeno segredo geométrico
da quadratura circular do sorriso
Já no futuro
esquecido do passado
Horizonte (para Sandra)
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
The graduate

"A primeira noite de um homem"(1967)
A vida de um homem na América começa, quando sua participação econômica começa, pelo menos para parte da classe-média em franco crescimento naqueles anos 60 e 70. É o baby-boom e seus baby-boomers. O filme mostra a vida de um rapaz que acaba de chegar de Yale ou Harvard, e é recebido efusivamente pelos pais e amigos, em especial a esposa do sócio de seu pai, que quer sacramentar a maturidade do rapaz, seduzindo-o e presenteando-o com a "menarca" masculina: a primeira relação.
O filme tem um ritmo marcado e rápido. Tudo acontece em seqüência guiado pela otima música de Simon & Garfunkel, "Mrs. Robinson". Pois é a senhora Robinson que vai começar a expor o sonho americano. Sua sedução é racional, quase mecânica e sem paixão, assim como o capitalismo sem alma e coração. E acontece com tranqüilidade como todo bom negócio deve acontecer. Bom para as duas partes? A mulher norte-americana de meia idade é revelada em seu tédio, civilidade e resignação sem contudo abdicar de seus desejos sexuais, aliás uma excelente interpretação de Anne Bancroft faz ver ali uma máquina contábil de desejos, um caixa eletrônico do prazer.
Contudo quando o personagem de Dustin Hoffman, mostra-se interessado pela filha de Mrs. Robinson, vinda de Berkeley, outra fábrica de graduados, o jogo muda e o contrato entra em litígio. "Mrs. Robinson, woww, Mrs Robinson" ao perceber o interesse do rapaz consolidado em sua filha, conta tudo ao marido. E ai o sonho se desfaz. E enfim a mulher norte-americana de classe média mostra que não é tão maquina assim. Expostas as entranhas de emergentes, só resta uma solução aos dois jovens: Fugir da "America for Americans". Mas para onde? Woodstock!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Lina Bo, a gata
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