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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

teus azuis

Vejo de ave
você ninho
olho de cobra
você toca blues
faz nuvem
eu passarinho
você desarvora
imagino um sol
você chuva
água meu dia
teu verão seca minha poesia
pesco rimas de arpão entre verbos
no céu dos meus olhos

No Alto da Montanha

É lento, às vezes brusco movimento, às vezes nem isso um tanto do tamanho da crise do Nepal Um filete d'água nasce do atrito de grandes ...