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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Menino, coragem! (para Pedro)


Do início ao fim
do polo sul ao polo norte
em voltas intermináveis, genéticas
Sol e lua
Yin e Yang 
frenéticas polarizações
o menino sonha!

O menino cura!
Nesse corpo amontoado de células
a pulsação da curiosidade acelera o pulso
O menino não sabe que sabe
segue o coração que pulsa certezas
sem dizer palavras
Musculo que contrai o passado no presente

O menino arremessa desejos ao futuro!
Bússola, astrolábio, biruta dos ventos
busca até o fim do passado a chama
busca a máquina do tempo
que o leva por inumeráveis aventuras

do fim até o começo

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Para que serve a filosofia? Para ter razão? Razão é algo que se possa ter? Ou nasce mesmo, da interação seja com o que for: coisa, crespúscu...