Nem dentro nem fora
Sem ponto fraco
Ou forte
Sem miolo nem casca
O olho vê a si mesmo
Na penumbra da existência
Dar a vida ao que vive
Abrir alas aos céus
Aceitar o sonho
Adentrar na floresta
Não temer o tigre aqui dentro
Próximo e distante perdem o foco
Novas palavras nascem
Para dizer o que não se diz
O que é tão lá e aqui
Ao mesmo tempo e ontem
O amanhã é a outra face da morte
A moeda da vida paga para ver
Não é preciso fazer o que faz
Nem ocupar o que não existe
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