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terça-feira, 31 de março de 2026

A Janela e o Espelho

Voltar ao bairro da infância

voltar ao campo de areia

onde os craques da bola

encantavam o meu olhar 

Abandonada a areia dá lugar


a uma miríade de seres

que polulam das profundezas 

Meu olhar pinta

um gramado, um cerrado

È tão inóspito o futuro


dele vislumbramos o mais próximo

No espelho, está aprisionado

entre passado e o presente

Nada se parece tanto ao agora

que não possa ser ontem


Pinta-se um futuro de memórias

Da janela observo o campo

da infância em transformação

Um pouco de mim nasceu nesse areial

observando nos outros


o az da bola que queria ser

Nem uma coisa nem outra

Sou aquele que vê através

das janelas do entendimento

Sou o que não cabe no espelho


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