Descolada?
Crédula ou crente?
Apenas alguém que agüentou firmemente
A paquera do anônimo pretendente
Que ao seu lado sentou
E no coletivo como que coletivamente
Se desandou a falar...
Emendando aquela do ônibus cheio
com a poluição do ar
Da moça japonesa que acabou de entrar
ao transito que não para de piorar...
Testemunha involuntária do diálogo
Prolixo de um lado
monossilábico de outro
lia saltitante e interessado
um peça de teatro de deslocar o pescoço
Fechei o livro e sai do ônibus
abandonando a moça ao tiroteio verbal do rapaz
A comédia está no ar...
Pesquisar este blog
terça-feira, 14 de abril de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Minha história e a Arte
Lembro bem do nome dele Aliás, seu segundo nome Martins: meu professor de história Talvez, ele tenha notado a transfiguração em meus olhos c...
-
Âncoras ao mar Botes na água Seis caravelas de Lisboa deslizam pelas correntes marinhas Avistam o Pico do Cabugi Aportam na praia de Ponta N...
-
Éramos jovens, nascidos nos anos da ditadura. “Liberdade para todos, ainda que tardia.” Mas o vício do autoritarismo rodanava a todos. Havia...
-
Brazilians air intentions freely may they be part of someone else decisions Americans don’t air intentions They are cristal-clear wh...
Nenhum comentário:
Postar um comentário