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terça-feira, 14 de abril de 2009

Descolada?
Crédula ou crente?
Apenas alguém que agüentou firmemente
A paquera do anônimo pretendente
Que ao seu lado sentou
E no coletivo como que coletivamente
Se desandou a falar...
Emendando aquela do ônibus cheio
com a poluição do ar
Da moça japonesa que acabou de entrar
ao transito que não para de piorar...
Testemunha involuntária do diálogo
Prolixo de um lado
monossilábico de outro
lia saltitante e interessado
um peça de teatro de deslocar o pescoço
Fechei o livro e sai do ônibus
abandonando a moça ao tiroteio verbal do rapaz
A comédia está no ar...

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