Pense nos economistas
E seus discursos exatamente inexatos
Pense nas crianças que neles persistem
um pouco envelhecidas de tanto cálculo
De tanto brincar do o que é o que é
que mais demanda oferta lucra ganha perde custa.
Encarceradas em expressões amortecidas
De cabeleiras já ralas de falas medidas
nada me dizem das rosas e das hiroshimas
De mim excede só os poemas sem juro
Que contam um pouco destes absurdos
nas entrevistas de ilustres especialistas.
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sábado, 15 de agosto de 2009
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