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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Eternidade

a fêmea respira a cria
o ar entra e sai
pelas narinas lentamente
a mãe inspira aliviada
a mortalidade da cria
a fragilidade da vida
plena de um amor finito
infinitamente

No Alto da Montanha

O lento as vezes brusco movimento mínimo  ás vezes nem isso ás vezes tanto do tamanho da crise no Nepal O filete de água que nasce do atrito...