O Anu Preto pousou
em um verso
para ver o mar
Admirado
sorveu a alma marítima
Suas ondas e nuvens
Evaporou-se depois
leve de tanto azul
As formigas de asas tem pouco tempo A vida exige intensidade A ntes relegadas ao infinito chão Agora percebem o infinito do infinito Dura ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário